O Estadual da Família Bolsonaro na Paraíba PROPOSTAS | FÁBIO 22000
VOTAÇÃO HISTÓRICA

Vereadores derrubam veto ao intervalo bíblico nas escolas de João Pessoa

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Vereadores derrubam veto ao intervalo bíblico nas escolas de João Pessoa
Foto: Campanha Fábio Lopes 22000

Fábio Lopes comemora a vitória histórica na Câmara Municipal de João Pessoa. O veto do ex-prefeito Cícero Lucena ao projeto do intervalo bíblico nas escolas foi derrubado na votação de terça-feira (19 de maio), consolidando um direito fundamental para as famílias cristãs da capital. A derrubada do veto ocorreu com apoio de vereadores de diferentes bancadas, mostrando que o tema da fé e dos valores cristãos transcende divisões políticas.

O veto que caiu e a votação que marcou

A Câmara Municipal de João Pessoa realizou votação importante para derrubar o veto executivo ao projeto de Fábio Lopes que institui o intervalo bíblico nas escolas da capital. O projeto havia sido aprovado pelos vereadores em votação anterior, mas recebeu veto do prefeito Cícero Lucena (MDB). Nesta segunda votação, a câmara se posicionou.

A derrubada de um veto exige quorum e maioria qualificada. Significa que os vereadores decidiram não apenas reaprovar a proposta, mas também rejeitar a decisão do executivo. É um ato de afirmação do Legislativo como poder independente.

Com essa votação, o caminho fica aberto para a implementação da medida nas escolas públicas e privadas de João Pessoa. O direito das crianças cristãs de terem um espaço dedicado para reflexão, oração e leitura da Bíblia durante o intervalo ganha agora força legal de forma definitiva. A família cristã de João Pessoa vê reconhecido um direito que defendia há meses.

O que mudou na câmara: votos e posicionamentos

Entre os vereadores que participaram da votação, a maioria se posicionou a favor da derrubada do veto. Apenas um vereador se manifestou contrário: Marcos Henriques (PT), que argumentou em defesa do que chamou de Estado laico e separação entre poder público e instituições religiosas.

O voto contrário de Marcos Henriques é respeitável, como o é toda manifestação democrática de divergência. Mas a maioria da câmara entendeu que proteger a liberdade religiosa não é violação da laicidade. O Estado laico significa neutralidade do Estado em relação às religiões, não hostilidade contra a fé.

Essa votação demonstra que o tema do intervalo bíblico não é um assunto de partido ou de bancada específica. Parlamentares de diferentes alinhamentos votaram pela aprovação, sinalizando que a defesa da liberdade religiosa é uma bandeira compartilhada além das tradicionais linhas políticas.

Inclusão, não exclusão: a essência do intervalo bíblico

Fábio Lopes, como autor do projeto, sempre reforçou um ponto central: a medida respeita todos e não exclui ninguém. A proposta não nega a visão de mundo de quem pensa diferente, apenas abre espaço para que o mundo cristão tenha voz nas escolas públicas, assim como outras tradições religiosas já possuem direito de manifestação.

A participação é voluntária. Nenhuma criança é obrigada a participar do intervalo bíblico. É um direito oferecido, não uma imposição. As escolas organizarão o espaço, e os estudantes que desejarem participar poderão fazê-lo. Os que não quiserem, continuam com seu intervalo regular.

Fé e respeito caminham juntas. Essa é a marca do trabalho que Fábio Lopes vem desenvolvendo: defender com firmeza os valores em que crê, mas sem fechar a porta para os demais. O intervalo bíblico será um momento em que as crianças cristãs poderão aprofundar seus valores, conhecer histórias que moldaram sua fé, refletir sobre princípios importantes, e fortalecer a base espiritual que as orienta.

Por que esse veto foi uma surpresa: contexto de João Pessoa

O veto do ex-prefeito Cícero Lucena surpreendeu muitos porque o projeto havia já conquistado aprovação na câmara com margem considerável. A Prefeitura argumentou sobre princípios constitucionais, mas a câmara entendeu que a liberdade religiosa é direito também constitucional.

Essa tensão entre poderes é saudável numa democracia. O executivo propõe, o legislativo aprova ou rejeita, e quando o legislativo rejeita um veto, diz “esse direito é mais importante do que a decisão executiva”.

A Câmara Municipal de João Pessoa, ao derrubar o veto, reafirmou que valores cristãos e família não são temas marginais na capital. São prioridades para muitos eleitores e seus representantes.

FEZ × FARÁ: de João Pessoa para a Paraíba inteira

Fábio Lopes trabalha com uma régua simples: prova antes de promessa. O que ele protocola e defende na Câmara de João Pessoa é a base do que pretende ampliar como deputado estadual.

FEZ em João Pessoa FARÁ na Paraíba
Protocolou e defendeu o projeto do intervalo bíblico nas escolas de João Pessoa Propor lei estadual que garanta o intervalo bíblico em todas as escolas da Paraíba
Conquistou derrubada de veto com apoio de múltiplas bancadas Articular apoio bipartidário para proteger liberdade religiosa em toda a Paraíba
Provou que a fé e a liberdade religiosa ocupam lugar legítimo na educação pública Levar para todo o estado a experiência bem-sucedida de João Pessoa

Uma vitória do mandato cristão na câmara

A derrubada do veto é resultado do trabalho que Fábio vem desenvolvendo na Câmara de João Pessoa. Desde que assumiu o mandato, o vereador se posicionou como defensor de causas que envolvem fé, família e valores. O intervalo bíblico é uma dessas causas, mas não é a única.

Fábio trabalha com projetos de proteção das organizações religiosas, defesa da vida, fortalecimento familiar e educação cristã. Cada projeto é uma entrega que consolida um compromisso: se Fábio acredita em algo e consegue fazer acontecer em João Pessoa, ele está pronto para multiplicar isso em toda a Paraíba como deputado estadual.

A votação que derrubou o veto do intervalo bíblico é prova de que ideias cristãs e defesa de valores ganham força quando bem apresentadas, com transparência e respeito. Fábio não apresenta as ideias como imposição, mas como direito que merece proteção legal.

Significado além da câmara: o que isso representa para a Paraíba

Uma votação que derruba veto não é apenas um procedimento regimental. É um momento em que o Legislativo se reafirma como poder independente e em que a sociedade vê seu anseio representado.

A família cristã de João Pessoa viu seu direito ser respeitado. As escolas poderão agora oferecer o espaço. As crianças que desejarem orar e ler a Bíblia durante o intervalo terão proteção legal para fazê-lo.

Para a Paraíba inteira, essa é uma sinalização. Se em João Pessoa a câmara conseguiu derrubar um veto, significa que existe maioria e vontade política para essa causa. É um precedente que abre caminho para que outros municípios avancem, e que o estado reconheça esse direito em âmbito estadual.

Conheça também a lei que instituiu o intervalo bíblico nas escolas de João Pessoa e entenda o direito em sua totalidade.

FAQ: Perguntas Frequentes

1. O que significa derrubar um veto?

Derrubar um veto significa que o Legislativo rejeitou a decisão do Executivo de não sancionar uma lei. Quando a câmara tem maioria qualificada, pode rejeitar o veto e fazer a lei valer mesmo sem a sanção do prefeito. É um mecanismo de equilíbrio entre poderes.

2. O intervalo bíblico é agora lei ou ainda está em tramitação?

Com a derrubada do veto, o projeto se tornou lei municipal. A votação que derrubou o veto foi a votação final. Agora cabe às escolas implementar o intervalo bíblico conforme estabelecido pela lei.

3. As crianças são obrigadas a participar do intervalo bíblico?

Não. A participação é totalmente voluntária. O intervalo bíblico é oferecido para os estudantes que desejarem participar. Quem não quiser, continua com o intervalo regular. Nenhuma criança é obrigada a orar ou ler a Bíblia.

4. Como as escolas vão implementar essa lei?

As escolas públicas e privadas de João Pessoa ficam responsáveis por organizar o espaço e o horário para o intervalo bíblico. Podem firmar parcerias com entidades religiosas para conduzir as atividades. O detalhe operacional é definido por cada instituição, respeitando a lei aprovada.

5. Outras religiões têm direito a intervalos similares nas escolas?

Sim. A defesa de liberdade religiosa abre o caminho para que outras tradições religiosas também solicitem espaço nas escolas. O principio é que a escola respeite e proteja todas as crenças. O intervalo bíblico é a primeira materialização dessa proteção, mas não é exclusivo.

6. Por que o ex-prefeito Cícero Lucena vetou o projeto?

Cícero Lucena argumentou questões constitucionais sobre laicidade do Estado. Mas a câmara entendeu que laicidade significa neutralidade estatal em relação às religiões, não exclusão da fé dos espaços públicos. A maioria discordou do veto.

7. Como Fábio Lopes pretende levar isso para toda a Paraíba?

Como candidato a deputado estadual (22000), Fábio defende transformar a experiência de João Pessoa em lei estadual. Se eleito, vai apresentar projeto que garanta o intervalo bíblico em todas as escolas do estado, levando para cada município a experiência bem-sucedida da capital.

O Farol segue aceso, defendendo a fé e a família

A derrubada do veto é vitória que transcende uma câmara municipal. É reconhecimento de que valores cristãos merecem lugar legítimo nas políticas públicas. Fábio Lopes segue enfrentando, com a mesma firmeza, as pautas que importam para a família cristã da Paraíba, tanto em João Pessoa quanto em sua trajetória para o estado inteiro.

Esse é o trabalho que o Farol seguirá desenvolvendo: apresentar ideias, debater com respeito, derrotar os obstáculos e entregar resultados para a Paraíba. Compartilhe esta matéria com a sua gente e ajude o Farol a alcançar toda a Paraíba. Fábio Lopes, 22000.

Dados Oficiais do Gabinete

Vereador de João Pessoa 2025–2028 (licenciado) • Candidato a Deputado Estadual, PL 22000

Nome Civil Fábio Nóbrega Lopes
Partido PL - PB
Telefone (83) 3218-6301
Endereço Av. das Trincheiras, 43 - Centro, João Pessoa/PB
Fábio Lopes
O Autor

Fábio Lopes

Vereador de João Pessoa e candidato a Deputado Estadual da Paraíba, PL 22000

Natural de Campina Grande e criado em um lar de valores cristãos, é formado em Direito e especialista em Gestão Hospitalar. Empresário do ramo gastronômico e do turismo, dirigiu o Hospital Universitário Lauro Wanderley durante a pandemia. Vereador de João Pessoa eleito em 2024, é reconhecido como O Estadual da Família Bolsonaro pela lealdade e trabalho de mais de uma década ao lado de Jair e Flávio Bolsonaro.

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