O Estadual da Família Bolsonaro na Paraíba PROPOSTAS | FÁBIO 22000
LEI SANCIONADA

Lei Michelle Bolsonaro: conhecer doenças raras para salvar vidas

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Lei Michelle Bolsonaro: conhecer doenças raras para salvar vidas
Foto: Campanha Fábio Lopes 22000

Fábio Lopes criou em João Pessoa uma ferramenta de informação e acolhimento para as famílias que convivem com doenças raras: a Lei Michelle Bolsonaro, oficialmente Lei Municipal nº 15.710/2025, sancionada e em vigor desde dezembro de 2025. A lei institui a Semana de Conscientização sobre Doenças Raras no calendário oficial da cidade, com foco em diagnóstico precoce, visibilidade e acolhimento. Esta página explica a lei, por que ela importa para a Paraíba e como Fábio Lopes pretende levar essa política para toda a região.

O que é a Lei Michelle Bolsonaro

A Lei 15.710/2025, batizada em referência a Michelle Bolsonaro, é uma norma municipal que institui a Semana Municipal de Conscientização sobre Doenças Raras no calendário oficial de João Pessoa. Aprovada em 09 de outubro de 2025 e publicada no Diário Oficial do Município em 02 de dezembro de 2025, a lei entrou em vigor no dia 04 de dezembro e representa um compromisso público com as pessoas que vivem com condições que afetam uma parcela muito pequena da população.

O nome homenageia Michelle Bolsonaro e sua dedicação às causas sociais, especialmente àquelas voltadas para populações vulneráveis. A lei é, acima de tudo, um reconhecimento: essas famílias existem, elas têm direito a informação e a respeito, e o calendário oficial da cidade precisa reservar espaço para elas.

O que são doenças raras

Uma doença é considerada rara quando afeta uma proporção muito pequena da população. No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) define como rara aquela que atinge até 65 pessoas em cada 100 mil habitantes. Existem entre 7 mil e 10 mil doenças raras catalogadas no mundo, algumas conhecidas, outras ainda em processo de descrição médica.

O que torna uma doença rara desafiadora não é só a quantidade de pessoas afetadas, mas as consequências disso: há poucos especialistas, pouco conhecimento médico acumulado, acesso limitado a diagnóstico e a tratamento. Uma criança pode passar anos sendo investigada antes de receber um diagnóstico correto. As famílias frequentemente sentem-se isoladas, sem rede de apoio específica e sem saber por onde começar.

A importância do diagnóstico precoce

O diagnóstico precoce não é apenas uma questão médica, é uma questão de qualidade de vida. Quando a doença é identificada cedo, o acolhimento e o tratamento podem começar mais rápido, reduzindo sofrimento e melhorando prognósticos. Em muitos casos, anos passam até que a pessoa descobre o que realmente tem. Enquanto isso, a família convive com incerteza, com investigações que não chegam a lugar algum e, em muitos casos, com a culpa de não saber como ajudar.

A Semana de Conscientização, estabelecida pela Lei Michelle Bolsonaro, é uma ferramenta de informação pública. Durante essa semana, informações sobre doenças raras, sinais de alerta e caminhos de acesso ao diagnóstico são divulgados nos canais oficiais do município, nas unidades de saúde e na comunidade. Isso sensibiliza profissionais de saúde, familiares e o público em geral para a realidade de quem convive com essas condições.

Acolhimento às famílias

Doenças raras afetam não apenas a pessoa diagnosticada, mas toda a família. Pais lidam com o choque do diagnóstico, com custos altos de tratamento, com a necessidade de aprender tudo sobre a condição do filho ou da filha, às vezes sem recursos de apoio imediato. Irmãos convivem com a doença na casa. A família inteira reescreve seus planos.

A lei reconhece essa realidade e propõe acolhimento integrado com a rede de saúde. Isso significa que os postos de saúde, as clínicas especializadas, os hospitais e os serviços de apoio social devem estar alinhados durante a Semana e, idealmente, o ano inteiro. Famílias com doenças raras, autismo e síndrome de Down ganham um ponto de referência, uma sensação de que não estão sozinhas.

A experiência de Fábio Lopes à frente do HU

O compromisso de Fábio Lopes com a saúde vem de longe. Durante a pandemia, ele foi gestor do Hospital Universitário Lauro Wanderley, a maior instituição de saúde pública da região. Naquele período, viu de perto como o sistema responde, ou não responde, a quem está em risco. Viu que informação, velocidade e acolhimento salvam vidas. Viu que falta recursos, falta coordenação, falta visibilidade para problemas que parecem pequenos até ferir a vida de alguém próximo a você.

Essa experiência alimentou suas propostas legislativas como vereador. O SOS Autismo, a Carteira da Pessoa com Doença Rara, agora a Lei Michelle Bolsonaro. Não são promessas isoladas, são partes de um projeto coeso de saúde e inclusão. Conheça mais sobre a atuação de Fábio Lopes em saúde e como essas propostas mudam vidas.

A proposta para toda a Paraíba

Como vereador, Fábio Lopes sancionou e colocou em vigor a Lei Michelle Bolsonaro em João Pessoa. Como deputado estadual, ele quer levar a mesma política para todo o estado. Isso significa:

  1. Semana estadual de doenças raras: inclusão da Semana de Conscientização sobre Doenças Raras no calendário oficial da Assembleia Legislativa e de todos os municípios paraibanos;
  2. Campanhas de informação coordenadas: estruturação de campanhas anuais de diagnóstico precoce, com participação de especialistas, redes de saúde e órgãos de educação;
  3. Rede de acolhimento: integração entre município, estado, clínicas, hospitais e associações de apoio para que as famílias encontrem ajuda de verdade, não só no papel.

A proposta conecta-se com outras iniciativas de saúde para a Paraíba e com a experiência de acolhimento a gestantes, formando um quadro de políticas que colocam a vida e a família no centro.

FEZ × FARÁ: de João Pessoa para a Paraíba

Fábio Lopes trabalha com uma régua simples: prova antes de promessa. A Lei Michelle Bolsonaro já vigora em João Pessoa. Agora ele quer levar esse modelo para os 223 municípios da Paraíba.

FEZ em João Pessoa FARÁ na Paraíba
Aprovou e sancionou a Lei 15.710/2025, institui a Semana de Conscientização sobre Doenças Raras Propor a Lei Estadual de Conscientização sobre Doenças Raras, valendo em todos os municípios
Criou campanha de diagnóstico precoce em uma cidade Estruturar rede estadual de diagnóstico precoce, com especialistas e acesso universal
Acolheu as famílias com informação e rede municipal integrada Levar acolhimento e acesso aos 223 municípios do interior e da capital

Diferença entre a Lei Michelle Bolsonaro e a Semana Municipal de Doenças Raras

É importante diferenciar este post (sobre a lei em si) do post sobre a Semana Municipal de Doenças Raras, que trata do evento anual. A Lei Michelle Bolsonaro é o marco legal, a norma que institui a semana no calendário. A Semana Municipal é o acontecimento concreto, com atividades, campanhas, mobilizações. A lei estabelece o piso; a semana é o espaço onde a comunidade se encontra e age.

FAQ: Perguntas Frequentes

1. O que é a Lei Michelle Bolsonaro?

É a Lei Municipal nº 15.710/2025, de autoria de Fábio Lopes, sancionada e em vigor desde 04 de dezembro de 2025. Institui a Semana Municipal de Conscientização sobre Doenças Raras no calendário oficial de João Pessoa, com foco em diagnóstico precoce, informação e acolhimento às famílias.

2. Qual foi a votação e aprovação?

A lei foi aprovada pela Câmara Municipal de João Pessoa em 09 de outubro de 2025 e publicada no Diário Oficial do Município em 02 de dezembro de 2025, entrando em vigor imediatamente.

3. Por que a lei tem o nome de Michelle Bolsonaro?

O nome homenageia Michelle Bolsonaro e seu trabalho voltado a causas sociais e vulneráveis. O batismo é um reconhecimento público, refletido nas normas municipais.

4. Quem é o autor da lei?

É Fábio Lopes, vereador de João Pessoa pelo PL, número de campanha 22000. Como deputado estadual, ele pretende levar essa mesma política para toda a Paraíba.

5. O que é considerado doença rara?

Segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), é rara aquela que atinge até 65 pessoas em cada 100 mil habitantes. Existem entre 7 mil e 10 mil doenças raras catalogadas no mundo.

6. Como a Semana de Conscientização funciona na prática?

Durante a semana, informações sobre doenças raras, sinais de alerta, caminhos de diagnóstico e redes de apoio são divulgados nas unidades de saúde, canais oficiais do município e comunidade. O objetivo é sensibilizar profissionais e cidadãos.

7. Como Fábio Lopes pretende levar isso para a Paraíba?

Como candidato a deputado estadual, ele defende a aprovação de uma lei estadual que institua a Semana de Conscientização sobre Doenças Raras em todos os 223 municípios paraibanos, estruturando uma rede de diagnóstico precoce e acolhimento integrada.

A saúde como prioridade do Farol

A Lei Michelle Bolsonaro não é um ponto isolado na agenda de Fábio Lopes. Ela se conecta a outras propostas de saúde e inclusão, como o SOS Autismo, a Carteira da Pessoa com Doença Rara (CIPDR), o Uniforme Facultativo para TEA e a Telemedicina para os Municípios. Todas nascem do princípio de que informação salva vidas, diagnóstico precoce muda trajetórias e acolhimento transforma famílias. Conheça mais sobre quem é Fábio Lopes e o seu compromisso com a Paraíba. Fábio Lopes, 22000.

Dados Oficiais do Gabinete

Vereador de João Pessoa 2025–2028 (licenciado) • Candidato a Deputado Estadual, PL 22000

Nome Civil Fábio Nóbrega Lopes
Partido PL - PB
Telefone (83) 3218-6301
Endereço Av. das Trincheiras, 43 - Centro, João Pessoa/PB
Fábio Lopes
O Autor

Fábio Lopes

Vereador de João Pessoa e candidato a Deputado Estadual da Paraíba, PL 22000

Natural de Campina Grande e criado em um lar de valores cristãos, é formado em Direito e especialista em Gestão Hospitalar. Empresário do ramo gastronômico e do turismo, dirigiu o Hospital Universitário Lauro Wanderley durante a pandemia. Vereador de João Pessoa eleito em 2024, é reconhecido como O Estadual da Família Bolsonaro pela lealdade e trabalho de mais de uma década ao lado de Jair e Flávio Bolsonaro.

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