Fábio Lopes conquistou a aprovação da Lei Municipal 15.710/2025, que institui a Semana Municipal de Conscientização sobre Doenças Raras, realizada anualmente na semana do dia 25 de julho. A lei foi sancionada em 2 de dezembro de 2025 e já está em vigor. O ato faz de João Pessoa uma cidade que não apenas reconhece as doenças raras, mas coloca a pauta no calendário oficial e no orçamento público, transformando consciência em ação.
O que são doenças raras e por que importam
Doenças raras são condições que afetam um número muito pequeno da população. No Brasil, segundo definição reconhecida pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA), uma doença é considerada rara quando atinge até 65 pessoas em cada 100 mil. Existem aproximadamente sete mil doenças raras catalogadas mundialmente, a maioria de origem genética, neurológica ou autoimune.
O desafio para quem vive com uma doença rara não é apenas médico. Trata-se de isolamento: poucos profissionais de saúde têm experiência com diagnóstico e tratamento, acesso a medicamentos é frequentemente limitado, e o próprio governo às vezes ignora essas populações em suas políticas públicas. A pessoa com doença rara enfrenta uma jornada solitária de busca por respostas, muitas vezes demorando anos para obter um diagnóstico correto.
De que forma João Pessoa estava deixando essa pauta à margem
Antes da Lei 15.710/2025, não havia marco legal em João Pessoa que reconhecesse as doenças raras como prioridade de saúde pública. Não havia calendário oficial para ações de conscientização, não havia integração da rede de saúde municipal para atender melhor esses pacientes, e não havia a obrigação das escolas de incluir o tema em campanhas educativas. A lei muda isso.
Fábio Lopes tirou a pauta da sombra. Ao protocolar e aprovar essa lei, estabeleceu que João Pessoa dedique recursos e atenção a essas famílias. E não de forma retórica, apenas na forma de uma lei que ninguém lê. A aprovação por 18 votos a favor, três abstenções e um contrário na Câmara Municipal reflete apoio real.
A Lei Municipal 15.710/2025 e seus alcances
A lei institui a Semana Municipal de Conscientização sobre Doenças Raras, celebrada anualmente na semana de 25 de julho. O texto é direto: autoriza que escolas da rede pública e privada, assim como órgãos da administração municipal e entidades especializadas, realizem campanhas educativas, palestras, seminários e ações sociais. Tudo em parceria com profissionais da saúde e instituições de ensino.
O objetivo prático é duplo: incentivar o diagnóstico precoce (quanto antes uma criança recebe diagnóstico correto, melhor seu prognóstico) e garantir inclusão social das pessoas com doenças raras. Não é um reconhecimento vago. É uma obrigação municipal de agir. Quem trabalha em saúde em João Pessoa sabe agora que essa pauta não pode ser ignorada.
Homenagem a Michelle Bolsonaro: quem é e por que merece
A lei homenageia Michelle Bolsonaro pelo seu trabalho de visibilidade às doenças raras no Brasil. Em João Pessoa, Michelle participou pessoalmente da inauguração do Centro de Referência em Doenças Raras, no bairro dos Bancários, em 2022. Não foi apenas uma cerimônia. Foi o resultado de uma frente de trabalho focada em colocar recursos federais na estrutura de atendimento.
A prática de nomear uma lei em homenagem a quem abraçou a causa é consolidada na legislação brasileira. A Lei Maria da Penha, de 2006, homenageia Maria da Penha Maia Fernandes, vítima de violência doméstica que se tornou símbolo de proteção às mulheres. A Lei Falcão, de 1976, reconhece a atuação do juiz Filadelfo Azevedo, a Lei Romero Mion homenageia o trabalho de proteção à criança. Fábio Lopes não inventou a roda, mas aplicou a melhor prática: reconhecer publicamente quem trabalha pelo povo.
Fábio coloca em orçamento o que colocou em lei
Para Fábio Lopes, lei sem orçamento é promessa vazia. Enquanto parte da oposição debatia apenas o nome da lei, Fábio se concentrou em algo mais concreto: destinou emendas impositivas para comprar equipamentos especializados e medicamentos para pacientes com doenças raras. A diferença entre um político que escreve e um que entrega está nessa ação.
Durante entrevista ao Correio Debate (98FM), defendeu a iniciativa contra críticas que argumentavam que o governo Bolsonaro havia reduzido investimentos em saúde. “Quem cut é o governo Lula, que acabou de cortar o Benefício de Prestação Continuada para mães de filhos autistas. Eu, como parlamentar, coloquei emendas impositivas para fortalecer essas pessoas, para comprar equipamentos e medicamentos. E aí eu pergunto: o vereador fez a mesma coisa?”, questionou.
Essa é a marca de Fábio: não apenas discurso, mas destino de recursos públicos reais. Lei + Orçamento = Ação.
Conexão com outras políticas públicas de saúde em João Pessoa
A Lei de Doenças Raras se integra em uma estratégia maior de Fábio Lopes em defesa da saúde. No mesmo período, trabalhou no SOS Autismo na Palma da Mão, projeto que leva atendimento via aplicativo municipal, aproximando diagnóstico e terapia do cidadão. Também apoiou a criação da Carteira da Pessoa com Doença Rara (CIPDR), que identifica e integra os pacientes raros à rede de saúde.
Essas iniciativas dialogam: quem tem uma doença rara frequentemente também tem filho com autismo, ou precisa de coordenação de cuidados entre múltiplos centros. A Lei de Doenças Raras cria o marco legal para que essa rede funcione integrada. Conheça o conjunto das propostas de Fábio Lopes em saúde.
FEZ × FARÁ: de João Pessoa para a Paraíba
A Lei Municipal 15.710/2025 é a prova de conceito. O que Fábio Lopes fez em João Pessoa, como vereador, pretende replicar em toda a Paraíba como deputado estadual. A promessa é ampliar: o que começou como Semana Municipal de Conscientização vai virar Política Estadual de Atenção às Doenças Raras, com centros de referência em outras cidades além da capital, telemedicina para diagnóstico descentralizado e garantia de acesso a medicamentos em todo o estado. Também investirá em UPAs regionais para desafogar os hospitais e oferecer primeiro atendimento rápido às pessoas com doenças raras.
FAQ: Perguntas Frequentes
1. Quando é celebrada a Semana Municipal de Conscientização sobre Doenças Raras?
A semana é celebrada anualmente na semana do dia 25 de julho. As escolas e entidades públicas e privadas devem realizar campanhas educativas, palestras e ações sociais. O compromisso é do município inteiro, não apenas de uma instituição.
2. Por que a lei homenageia Michelle Bolsonaro?
Michelle Bolsonaro trabalhou pela visibilidade das doenças raras no Brasil e participou pessoalmente da inauguração do Centro de Referência em Doenças Raras em João Pessoa, em 2022. A lei reconhece quem coloca a pauta em ação, não apenas em palavras. Nomes em leis reconhecem legado, como a Lei Maria da Penha faz com Maria da Penha Maia Fernandes.
3. Como Fábio Lopes apoia as pessoas com doenças raras além da lei?
Fábio destinou emendas impositivas para comprar equipamentos especializados e medicamentos. A lei coloca a obrigação no papel, mas o orçamento coloca o recurso na ponta. Sem dinheiro público destinado, a lei fica vazia.
4. Quantas doenças são consideradas raras no Brasil?
Existem aproximadamente sete mil doenças raras catalogadas mundialmente. No Brasil, a definição técnica considera rara qualquer condição que afeta até 65 pessoas em cada 100 mil habitantes. A maioria é de origem genética, neurológica ou autoimune, afetando crianças e adultos ao longo da vida.
5. Qual é a diferença entre a Lei de Doenças Raras e projetos como o SOS Autismo?
A Lei de Doenças Raras cria o marco legal obrigando o município a realizar conscientização anual. O SOS Autismo na Palma da Mão é um projeto de tecnologia que leva atendimento via aplicativo. Ambos se complementam: a lei estabelece a consciência, os projetos oferecem o acesso.
6. Essa lei já vale em João Pessoa?
Sim. A Lei Municipal 15.710/2025 foi aprovada em 9 de outubro de 2025, sancionada em 2 de dezembro de 2025 e entrou em vigor em 4 de dezembro de 2025. Ela está registrada no Diário Oficial do Município e é obrigatória para todas as entidades públicas e privadas de João Pessoa.
7. Como Fábio Lopes pretende expandir essa política para o estado da Paraíba?
Como deputado estadual, Fábio Lopes propõe criar uma Política Estadual de Atenção às Doenças Raras, com centros de referência descentralizados (não apenas em João Pessoa), telemedicina para diagnóstico e acompanhamento, e garantia de acesso a medicamentos em todo o estado. É a ponte FEZ × FARÁ: o que deu certo em João Pessoa vai virar realidade em toda a Paraíba. Conheça sua atuação em projetos de saúde.
A Paraíba precisa de saúde rara na agenda
A Lei Municipal 15.710/2025 é prova de que conscientização é possível, que doenças raras não precisam ser silenciosas, e que política pública funciona quando há vontade real. Fábio Lopes não apenas aprovou uma lei, destinou orçamento. Essa é a diferença entre falar e fazer. Conheça também o trabalho de Fábio Lopes pela segurança pública e pelas ações de fortalecimento dos vínculos familiares.
O que deu certo em João Pessoa merece crescer para toda a Paraíba. Compartilhe esta matéria com sua gente e ajude o Farol a alcançar quem mais precisa. Fábio Lopes, 22000.
Dados Oficiais do Gabinete
Vereador de João Pessoa 2025–2028 (licenciado) • Candidato a Deputado Estadual, PL 22000