Fábio Lopes entende que servir não é discurso. Idealizado junto ao seu pai, o projeto Anjos da Rua acolhe pessoas em situação de vulnerabilidade social e dependência química nas ruas de João Pessoa. A ação é enraizada na fé e na origem humilde de Fábio, quem aprendeu cedo, na pizzaria da família, que nada cai do céu e que honra se constrói servindo. Esta página explica o projeto, como funciona e por que representa a marca de um homem que caminha a pé pelo bairro para enxergar quem o sistema prefere invisibilizar.
Servir quem ninguém vê: a origem do projeto
Antes de Anjos da Rua ganhar nome, era apenas ação. Fábio e seu pai saem às ruas de João Pessoa para encontrar pessoas em situação de rua, em sua maioria enfrentando o ciclo implacável da dependência química. Não é campanha. Não é foto para rede social. É encontro de gente com gente.
A inspiração vem de casa. Criado em lar cristão e trabalhador, Fábio cresceu ouvindo que a fé sem obras é morta. Sua mãe, professora da rede estadual; seu pai, homem de caráter e compaixão. Essa herança não se fica em sentimento. Se converte em ação. É nesse fundamento que o projeto Anjos da Rua ganha razão de ser: quem foi acolhido em família merece acolher também os esquecidos. Essa marca está presente em toda a trajetória política de Fábio Lopes, desde sua atuação como vereador até sua candidatura a deputado estadual.
Os três pilares da ação: alimentação, fé e recuperação
O projeto funciona em uma lógica clara, que não inventa sobre risco ou oferta. Tem três movimentos que se reforçam:
Alimentação que aquece. O sopão quente é o primeiro encontro, a porta de entrada. Não é caridade vazia. É dignidade no prato. A pessoa que passa a noite na rua precisa de corpo alimentado para que a conversa sobre recuperação faça sentido. Fábio sabe disso pela gestão do Hospital Universitário Lauro Wanderley, onde aprendeu que cuidado começa pelo básico.
Evangelização que traz esperança. Vem então a palavra. Não é obrigação, mas convite. A fé cristã é a base que Fábio oferece como caminho de ressignificação. Muita gente na rua perdeu razão de viver, razão de lutar. O evangelho, aqui, é oferecido como semente de recomeço, como possibilidade de dignidade restaurada.
Encaminhamento a tratamento real. O terceiro passo é concreto: conectar a pessoa a centros de tratamento e reabilitação, sejam públicos ou de organizações parceiras. O projeto não promete milagre. Promete porta. O resto, é vontade, persistência e graça.
Por que o tema importa para a Paraíba
A vulnerabilidade social e a dependência química não são problemas de João Pessoa apenas. Nas periferias da capital, nas cidades do interior, nas feiras e rodoviárias da Paraíba, essa gente invisibilizada cresce. E a sociedade segue andando rápido, fingindo que não vê.
Fábio vê. Enxerga porque caminha. E porque sua visão de mundo não separa o pobre da dignidade nem o viciado da possibilidade de recomeço. Isso é traço fundo de quem o conhece, quem o acompanha nos projetos de acolhimento à família, defesa de quem está vulnerável, e prevenção às drogas no ambiente familiar.
Como candidato a deputado estadual, Fábio carrega essa marca: não deixar ninguém para trás. O que aprende nas ruas de João Pessoa com Anjos da Rua é parte de uma convicção que pretende levar para toda a Paraíba. Uma rede de proteção que de fato acolhe, recupera e reintegra.
A visão de Fábio Lopes para a recuperação
Diferente de propostas que criminalizam ou segregam, Fábio parte de uma leitura que une fé, direito e humanidade. Vê na dependência química não um desvio moral, mas um adoecimento que pede cura. Vê na rua não um lugar de banimento, mas de resgate possível.
Essa visão nasce de convivência. Não é teoria. É prática. Quando Fábio dirigiu o Hospital Universitário Lauro Wanderley durante a pandemia, testemunhou centenas de pessoas chegando aos limites da vida. Aprendeu que tempo de resposta salva. Que acolhimento e competência caminham juntos. Que ninguém se recupera sozinho.
Anjos da Rua leva essa lição para as ruas: cada pessoa que encontram é tratada como se tivesse voltado da morte, porque, de fato, vive na linha entre a morte e a vida. O sopão, a palavra, o encaminhamento são gestos de um homem que se recusa a naturalizar o descartável.
A família no coração do projeto
Fábio não faz Anjos da Rua sozinho. A presença do pai é marca. Vem de uma família que aprendeu a servir não por obrigação legal, mas por fé e honra. A mãe, professora. O pai, homem de presença e coração. Os avôs, trabalhadores, uma costureira e um tropeiro. Essa genealogia de trabalho e humildade não é decoração. É DNA.
Por isso o projeto não é instituição fria. É movimento afetivo. Caloroso. De quem entendeu, no cotidiano familiar, que vida se constrói com dignidade. E que ninguém merece ser visto como invisível.
Conecta também com o compromisso de Fábio com a família como alicerce e com fortalecimento dos vínculos familiares. Anjos da Rua é, em certo sentido, restauração de familia para quem perdeu a sua.
FAQ: Perguntas Frequentes
1. O que é o projeto Anjos da Rua?
É um projeto social idealizado por Fábio Lopes junto ao seu pai, que acolhe pessoas em situação de vulnerabilidade social e dependência química nas ruas de João Pessoa. O projeto é enraizado na fé cristã e funciona através de alimentação, evangelização e encaminhamento a centros de tratamento.
2. O que o projeto oferece?
O projeto funciona em três pilares: oferece alimentação (sopão quente), evangelização e palavra de esperança dentro da fé cristã, e encaminhamento concreto a centros de tratamento e reabilitação, sejam públicos ou de organizações parceiras.
3. Qual é a origem do projeto?
Nasceu da convicção pessoal de Fábio Lopes, criado em lar cristão onde aprendeu que fé sem obras é morta. Sua família, marcada por trabalho e humildade, o inspirou a servir quem a sociedade invisibiliza. O pai participa ativamente das ações.
4. Anjos da Rua é uma lei ou um projeto de lei?
Não é nem lei nem projeto de lei formal na Câmara de João Pessoa. É uma ação social concreta que Fábio Lopes e seu pai realizam nas ruas, fora da instituição. É testemunho da vida antes de promessa eleitoral.
5. Como Fábio Lopes conecta essa experiência com a gestão pública?
A prática de Anjos da Rua alimenta a visão de políticas públicas. Quando Fábio dirigiu o Hospital Universitário Lauro Wanderley durante a pandemia, aprendeu que acolhimento e competência salvam vidas. Essa lição se reflete na forma como acredita que o estado deve tratar pessoas em vulnerabilidade.
6. O projeto atende quantas pessoas por mês?
Não há divulgação de número fixo de atendimentos. O projeto funciona conforme encontro e disponibilidade. Fábio caminha as ruas com seu pai e oferecem o que podem quando encontram quem precisa. A qualidade do encontro importa mais que estatística.
7. Como isso se relaciona com a candidatura de Fábio Lopes a deputado estadual?
Anjos da Rua é marca de caráter, não campanha. Expressa uma convicção que Fábio pretende levar à Paraíba como deputado: que o estado deve construir redes de proteção que de fato acolhem, recuperam e reintegram pessoas em vulnerabilidade, especialmente nas cidades do interior.
O recado que vem da rua para a Assembleia
Fábio Lopes não nasceu em instituição. Nasceu em lar trabalhador, cresceu em pizzaria, serviu em hospital, e agora caminha nas ruas. Anjos da Rua não é assinatura. É respiração. É a forma como ele entende que uma sociedade de fé também é uma sociedade que enxerga quem não tem endereço, que oferece sopão sem condicional, que não abandona o viciado à morte. Esse é o Farol. Fábio Lopes, 22000.
Dados Oficiais do Gabinete
Vereador de João Pessoa 2025–2028 (licenciado) • Candidato a Deputado Estadual, PL 22000