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Escolas Abertas nos Fins de Semana: comunidade, segurança e educação

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Escolas Abertas nos Fins de Semana: comunidade, segurança e educação
Foto: Campanha Fábio Lopes 22000

Fábio Lopes acredita que a escola não termina ao soar o sino de sexta-feira. As escolas municipais podem e devem ser mais do que prédios vazios no fim de semana, quando muitas crianças e famílias mais precisam de um espaço seguro, educador e comunitário. O projeto de Escolas Abertas nos Fins de Semana é a proposta de transformar as dependências escolares em centros de encontro, lazer, aprendizado e proteção, capaz de mudar a vida de famílias inteiras em João Pessoa e, em seguida, em toda a Paraíba.

O que são as Escolas Abertas nos Fins de Semana

O conceito é simples mas poderoso. Escolas Abertas significa abrir os portões das unidades municipais de educação sábados e domingos para que crianças, adolescentes e adultos tenham acesso a espaços seguros, estruturados e educadores. No lugar de um espaço que fica trancado dois dias da semana, a comunidade ganha um ambiente para aulas de reforço, oficinas de arte e cultura, práticas esportivas, educação alimentar e programas de inclusão digital. É segurança por proximidade, é comunidade em ação.

Fábio Lopes vem defendendo esse modelo porque entende que a escola é mais do que um lugar de aula. É um patrimônio público que pode servir de ponte entre a criança e oportunidades que, muitas vezes, sua família não teria acesso por falta de renda. Um menino que entra na escola sábado para uma aula de futebol, sai sabendo que há um adulto que se importa. Uma menina que participa de oficina de criatividade fortalece a confiança e a esperança. Escolas abertas são escolas que abraçam.

Por que os fins de semana?

A escolha de abrir as escolas justamente no fim de semana responde a uma realidade que muitas vezes fica invisível no discurso político, mas é vivida no dia a dia de quem mora nas periferias e bairros mais vulneráveis. Sábado e domingo são dias de risco aumentado. Com menos atividades estruturadas, crianças e adolescentes ficam mais expostos a influências negativas. O tempo ocioso, sem supervisão e sem oportunidade, é espaço que facções e drogas ocupam.

Segurança pública não é só polícia nas ruas, é também oportunidade na comunidade. Quando uma criança está na escola, num sábado à tarde, participando de uma atividade organizada, está em um lugar seguro, longe de risco. Seus pais têm paz de espírito. A comunidade inteira se torna mais forte. É exatamente essa lógica que Fábio Lopes já vem aplicando em outras frentes, como no SOS Mulher na Palma da Mão, que coloca a proteção a um toque de distância, e no Programa Ordem Pessoense, que articula segurança com presença comunitária.

Que atividades funcionariam em Escolas Abertas

O cardápio de programas seria diverso e pensado para cada fase da vida. Crianças de 5 a 8 anos poderiam participar de reforço escolar, contação de histórias, brincadeiras dirigidas e educação alimentar. Adolescentes de 9 a 14 anos teriam oficinas de arte, cultura, tecnologia e esportes, além de reforço e mentoria. Adultos e idosos poderiam usar os espaços para educação continuada, alfabetização e cursos profissionalizantes. A ideia é que a escola seja um núcleo irradiador de conhecimento durante todo o fim de semana.

Um exemplo prático: uma criança que tem dificuldade de aprendizado vira um problema só da escola durante a semana. Numa escola aberta sábado e domingo, ela ganha horas extras de atenção, reforço personalizado e, com isso, recupera confiança. Um adolescente que não tem nada para fazer num domingo à noite, frequentando uma atividade de esportes ou criatividade, vira um rapaz que descobre paixão por uma área. A prevenção de drogas no ambiente familiar começa exatamente onde a criança tem acesso, tem esperança e sente que alguém acredita nela.

Segurança, educação e comunidade em um projeto

O projeto não é só educação nem só segurança. É a mistura dos três que torna o modelo tão potente. Segurança vem da presença de adultos responsáveis, de estrutura e de espaço organizado. Educação vem das atividades pensadas e executadas com qualidade. Comunidade brota quando famílias se encontram em um ambiente acolhedor e sem custo.

Para funcionar, será preciso articular vários atores. Professores e educadores municipais podem fazer plantões remunerados. ONGs e instituições comunitárias oferecem oficinas. Voluntários da comunidade, da paróquia, de clubes desportivos, trazem suas experiências. O município fornece segurança, limpeza e manutenção básica. É um esforço coletivo pelo bem comum, exatamente como Fábio Lopes defende. Esse modelo já funciona bem em cidades do Brasil inteiro. A questão é por que a Paraíba fica para trás. Por que João Pessoa não aproveita seus prédios escolares de forma tão inteligente quanto outros municípios fazem.

FEZ × FARÁ: de João Pessoa para toda a Paraíba

Fábio Lopes trabalha com uma régua simples: prova antes de promessa. O que ele propõe em João Pessoa como vereador é a base do que quer ampliar como deputado estadual. Com Escolas Abertas nos Fins de Semana, a lógica é a mesma: implanta um programa piloto em alguns bairros da capital, documenta os resultados, e depois propõe replicar para todos os municípios do estado.

FEZ em João Pessoa FARÁ na Paraíba
Abrir escolas municipais sábados e domingos para atividades comunitárias Propor políticas de escolas abertas em todos os municípios paraibanos
Fortalecer segurança comunitária através da oportunidade e presença de adultos responsáveis Articular segurança pública, educação e desenvolvimento social em nível estadual
Usar patrimônio público escolar nos fins de semana para retorno social máximo Levar oportunidade e segurança a crianças do interior com a mesma qualidade da capital

Conexão com outras frentes de Fábio Lopes na educação

Escolas Abertas não é um tiro isolado. Fábio Lopes vem trabalhando na educação a partir de vários ângulos: alimentação saudável nas escolas, com reconhecimento da UNICEF, empreendedorismo e inteligência artificial nas escolas, valorização e proteção dos professores e o intervalo bíblico nas escolas, que traz valores e fé para dentro do espaço escolar.

Escolas Abertas é a próxima peça do quebra-cabeça: pega tudo o que funciona durante a semana e estende o alcance para o fim de semana. A visão é de uma escola completa, que não abandona o aluno na sexta-feira, que oferece refeição saudável, que ensina habilidades práticas, que cuida dos valores, que abre a porta mesmo nos fins de semana. É a escola que abraça, que protege e que investe no futuro da criança de verdade. Conheça o conjunto das propostas de Fábio Lopes para as crianças e famílias, que está em linha com sua atuação como vereador pela educação e projetos.

FAQ: Perguntas Frequentes

1. Escolas Abertas nos Fins de Semana já é lei?

Não. É um projeto em defesa de Fábio Lopes que ainda está em fase de articulação política. Não se trata de lei sancionada, mas de uma proposta que ele quer viabilizar junto à Câmara Municipal de João Pessoa como vereador e expandir para todo o estado como deputado estadual.

2. Quem participaria de Escolas Abertas?

Crianças, adolescentes, adultos e idosos. Qualquer pessoa da comunidade poderia frequentar as atividades programadas. O foco são famílias de baixa renda, para quem acesso a espaços de lazer, educação e segurança é mais limitado.

3. Qual seria o custo para as famílias?

Nenhum. Escolas Abertas funcionaria com financiamento e apoio público, usando patrimônio municipal já existente. O objetivo é dar acesso gratuito à comunidade, sem qualquer barreira financeira.

4. Quem coordenaria as atividades?

Seria uma ação conjunta da Prefeitura de João Pessoa, através das secretarias de Educação e Segurança, com apoio de ONGs, instituições comunitárias e voluntários. Professores municipais poderiam fazer plantões remunerados, garantindo qualidade e consistência.

5. Como Escolas Abertas ajuda na segurança?

Crianças e adolescentes em espaços estruturados e seguros, com supervisão de adultos responsáveis, ficam longe de influências negativas, especialmente nos fins de semana, quando o risco de envolvimento com drogas e facções é maior. Prevenção através da oportunidade é segurança de verdade.

6. Fábio Lopes já começou a implementar esse projeto?

O projeto está em fase de articulação e defesa política. A próxima etapa é viabilizar a aprovação junto à administração municipal e à Câmara, para então estruturar um piloto em alguns bairros estratégicos. Depois virá a expansão para toda a Paraíba.

7. Como Escolas Abertas se conecta com outras propostas de Fábio?

Escolas Abertas completa o trabalho de Fábio em educação alimentar saudável, empreendedorismo, valorização dos professores e valores cristãos. É a extensão natural de tudo que funciona durante a semana para criar uma proteção integral da criança e da família, sete dias por semana.

A Paraíba merece escolas que abraçam

Nenhuma criança deveria ficar sem oportunidade porque o fim de semana chegou. A Paraíba inteira deveria ter escolas abertas, seguras e irradiando educação, oportunidade e comunidade. Essa é a marca de Fábio Lopes: pega o que deu certo em João Pessoa e expande para toda a Paraíba. Compartilhe esta página com a sua gente e ajude o Farol a alcançar toda a Paraíba. Fábio Lopes, 22000.

Dados Oficiais do Gabinete

Vereador de João Pessoa 2025–2028 (licenciado) • Candidato a Deputado Estadual, PL 22000

Nome Civil Fábio Nóbrega Lopes
Partido PL - PB
Telefone (83) 3218-6301
Endereço Av. das Trincheiras, 43 - Centro, João Pessoa/PB
Fábio Lopes
O Autor

Fábio Lopes

Vereador de João Pessoa e candidato a Deputado Estadual da Paraíba, PL 22000

Natural de Campina Grande e criado em um lar de valores cristãos, é formado em Direito e especialista em Gestão Hospitalar. Empresário do ramo gastronômico e do turismo, dirigiu o Hospital Universitário Lauro Wanderley durante a pandemia. Vereador de João Pessoa eleito em 2024, é reconhecido como O Estadual da Família Bolsonaro pela lealdade e trabalho de mais de uma década ao lado de Jair e Flávio Bolsonaro.

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