Fábio Lopes trouxe para o plenário da Câmara Municipal de João Pessoa uma questão que toca o coração de milhares de famílias paraibanas: a falta de uma política pública digna para a destinação de animais de estimação após a morte. Enquanto muitos políticos ignoram temas que julgam menores, Fábio entendeu que nada é pequeno quando envolve o bem-estar de quem a população ama. Este artigo mostra como uma discussão parlamentar se transformou em equipamento público real, e como essa experiência em João Pessoa pode se expandir para toda a Paraíba.
O problema que ninguém queria discutir
A Paraíba é um estado de gente que ama seus bichos. Em João Pessoa, como em qualquer grande cidade brasileira, milhares de famílias convivem diariamente com cães, gatos e outros animais de estimação. Para muitas, o pet não é só um animal, é membro da família, companheiro de jornada, presença constante em momentos bons e difíceis.
Porém, quando o animal morre, faltava ao município uma alternativa digna. As famílias enfrentavam dilemas constrangedores: o que fazer com o corpo do companheiro querido? Onde despedir-se com respeito? A situação era ainda mais sensível para aqueles que perdiam um animal de forma inesperada e precisavam de uma solução rápida e humana.
A Prefeitura, por sua vez, estava ciente do vazio. Havia que se fazer algo, mas qual seria a solução? Em 2024, surgiu uma proposta inicial que expôs exatamente esse problema: transformar uma área do Parque Arruda Câmara, conhecido popularmente como Bica, em cemitério para animais de estimação.
A reação de Fábio e o veto pelo povo
Quando a proposta chegou às discussões da Câmara, Fábio Lopes não ficou em silêncio. Ele reconheceu que a intenção era boa, mas questionou a forma. O Parque Arruda Câmara é muito mais que um local de passagem, é um patrimônio ambiental e de lazer para toda a cidade. Aquele espaço verde serve como pulmão urbano, oferece segurança e qualidade de vida para os João Pessoenses que frequentam o lugar regularmente.
A legislação municipal reforçava o argumento de Fábio: a lei proíbe que o Parque Arruda Câmara seja utilizado para fins que não a preservação ambiental e o lazer público. Um cemitério pet, por mais bem-intencionado, quebraria esse propósito original.
Mas Fábio não parou em criticar. Ele fez o que sempre faz: apresentou uma solução. Não era questão de negar o problema ou as necessidades das famílias enlutadas por causa de um pet. A questão era encontrar um caminho que respeitasse tanto os animais quanto os espaços públicos já destinados a fins ambientais.
A solução: crematório veterinário de classe
Após a discussão pública e o redirecionamento da pauta, a Prefeitura de João Pessoa encaminhou uma alternativa muito mais apropriada e prática: a construção de um crematório veterinário anexo ao Hospital Veterinário Municipal. A localização é sábia e reflete exatamente o tipo de solução que Fábio Lopes defende em suas pautas.
Um crematório veterinário oferece várias vantagens que um cemitério tradicional não teria:
- Localização especializada: funciona dentro ou adjacente a um hospital veterinário, ambiente já pensado para a saúde animal.
- Processo seguro e controlado: a cremação é um procedimento regulamentado, higiênico, que evita problemas ambientais e sanitários.
- Dignidade no processo: as famílias podem optar por um ritual de despedida apropriado, muitas vezes com devoluição das cinzas em uma urna.
- Sem impacto ambiental: diferentemente de um cemitério, não oferece riscos ao lençol freático ou à flora do Parque Arruda Câmara.
- Acesso público e acessível: é uma política municipal, aberta a todas as famílias que precisem, independentemente de renda.
Isso é o que Fábio chama de “prova antes de promessa”. Não é falar bonito sobre respeito à vida animal. É construir um equipamento público que transforme essa convicção em ação real.
FEZ × FARÁ: de João Pessoa para toda a Paraíba
Fábio trabalha com uma metodologia que já provou sua efetividade em outras áreas. O que ele consegue como vereador em João Pessoa vira base para as propostas que apresentará como deputado estadual. Essa é a lógica do FEZ × FARÁ: prova em João Pessoa, escala para a Paraíba.
No caso do crematório pet, o fez em João Pessoa foi garantir que a discussão chegasse à Câmara, que se questionasse a primeira proposta, que se encontrasse uma solução melhor. O fará na Paraíba é criar uma rede de crematórios veterinários ou parcerias públicas em cidades-chave do interior, para que famílias de Campina Grande, Patos, Sousa e outras cidades do estado tenham acesso ao mesmo respeito à morte dos seus animais.
Saúde animal e bem-estar integrados
Essa pauta se insere no compromisso maior de Fábio Lopes com a saúde e o bem-estar na Paraíba. Para ele, saúde não é só ausência de doença. Saúde é qualidade de vida, é ambiente respeitoso, é cuidado com quem a gente ama, inclusive os bichos. É por isso que suas propostas nessa área vão desde ações de proteção à mulher como o SOS Mulher na Palma da Mão, passando por questões de bem-estar infantil e familiar, até chegar ao respeito pela vida animal.
Comparável em abrangência e impacto, o SOS Autismo na Palma da Mão também parte da mesma convicção: usar tecnologia e políticas públicas para trazer proteção e dignidade ao lado de quem mais precisa. No caso dos pets, não é tecnologia, é infraestrutura, mas o princípio é idêntico. Da mesma forma, iniciativas como a telemedicina para municípios refletem essa visão de levar cuidado público descentralizado.
Outras iniciativas de Fábio nas áreas de saúde, como apoio às gestantes pelo Colo de Mãe e discussões sobre saúde pública integral, demonstram que para ele a vida merece respeito em todas as suas dimensões. Além do escopo de saúde humana e animal, Fábio também defende o ambiente que sustenta essa vida. Temas de preservação como o que envolveu o Parque Arruda Câmara conectam à sua atuação com meio ambiente.
Por que o tema importa para a Paraíba
Na Paraíba, como em todo o Brasil, a relação entre pessoas e animais de estimação é profunda. Não é raro encontrar histórias de famílias que desenvolveram laços quase familiares com seus pets. Um cão que cresce com as crianças da casa, um gato que conforta quem passa por luto, uma ave que marca a rotina diária. Esses companheiros deixam legado emocional real.
Quando uma família perde um pet após anos de convivência, a dor é legítima. Merece reconhecimento e um espaço digno para o luto. Uma política pública de crematório veterinário não é luxo, é reconhecimento de que o bem-estar animal importa, e que a morte com dignidade é direito de todos, inclusive dos nossos bichos.
Além disso, a gestão pública de resíduos é importante. Sem um crematório ou cemitério apropriado, há risco de disposição inadequada de corpos, com impactos ambientais e sanitários. Uma solução estruturada protege a saúde pública da cidade enquanto honra quem se vai. Fábio, que já conhece profundamente os desafios de infraestrutura pública pela experiência que teve à frente do Hospital Universitário Lauro Wanderley, reconhece que equipamentos públicos bem planejados salvam vidas e dignidade.
FAQ: Perguntas Frequentes
1. João Pessoa vai ter cemitério de pets?
Não. A proposta inicial era transformar parte do Parque Arruda Câmara em cemitério pet, mas isso foi descartado porque a legislação municipal proíbe tal uso do espaço. O Parque Arruda Câmara é preservado como área de conservação ambiental e lazer público.
2. Qual é a solução aprovada para a destinação de animais de estimação?
A Prefeitura está construindo um crematório veterinário anexo ao Hospital Veterinário Municipal. Essa solução é mais prática, segura, higiênica e não compromete espaços públicos de preservação ambiental.
3. Quando o crematório veterinário fica pronto?
O projeto está em andamento pela Prefeitura de João Pessoa. A data exata depende do cronograma municipal, mas o importante é que a pauta foi aberta e a solução viável já está em construção.
4. Quem pode usar o crematório veterinário?
Será um equipamento público, aberto a todas as famílias de João Pessoa que precisarem dar uma despedida digna a seus animais de estimação. A intenção é que seja acessível a toda a população.
5. O que Fábio Lopes propõe para a Paraíba inteira?
Como candidato a deputado estadual, Fábio quer criar uma política estadual de infraestrutura para saúde animal, levando crematórios ou parcerias públicas para outras cidades do interior paraibano. É o princípio FEZ × FARÁ aplicado ao bem-estar animal.
6. Por que a Câmara rejeitou a ideia do cemitério no Parque Arruda Câmara?
Porque a legislação municipal proíbe esse uso. O Parque Arruda Câmara tem destinação legal para preservação ambiental e lazer público. Fábio defendeu que era importante respeitar essa restrição legal e encontrar uma alternativa melhor.
7. Isso faz parte de qual área de atuação de Fábio Lopes?
Faz parte do compromisso de Fábio com a saúde, bem-estar e qualidade de vida na Paraíba. Integra suas pautas sobre projetos de saúde e também se conecta com valores ambientais, já que protegeu um espaço de preservação como o Parque Arruda Câmara. Saiba mais sobre a atuação de Fábio pela Paraíba.
O Farol que cuida de quem ama, também dos bichos
Políticas públicas refletem os valores de uma comunidade. Quando a Câmara de João Pessoa discute a dignidade na morte de um animal de estimação, ela reconhece que a família paraibana é feita de encontros profundos também com os companheiros não humanos. Fábio levantou essa bandeira porque entende que a Paraíba é um estado de gente boa, que cuida de quem importa, independentemente de quantas patas tem.
A solução já existe em João Pessoa. Agora é hora de levar para toda a Paraíba. Compartilhe este artigo com a sua gente, mostre que tem gente preocupada de verdade com o bem-estar de todos nós, bichos inclusos. Fábio Lopes, 22000.
Dados Oficiais do Gabinete
Vereador de João Pessoa 2025–2028 (licenciado) • Candidato a Deputado Estadual, PL 22000