O Estadual da Família Bolsonaro na Paraíba PROPOSTAS | FÁBIO 22000
SANEAMENTO

Fábio Lopes e o combate ao despejo de esgoto na Paraíba

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Fábio Lopes e o combate ao despejo de esgoto na Paraíba
Foto: Campanha Fábio Lopes 22000

Fábio Lopes traz ao plenário da Câmara Municipal de João Pessoa a discussão urgente sobre despejo de esgotos nas praias e rios da Paraíba. Quando um rio respira esgoto em vez de água limpa, a cidade inteira sente. Não é apenas um problema técnico de infraestrutura, é uma questão de dignidade, saúde pública e desenvolvimento. O Rio Jaguaribe, que deveria ser símbolo de vida e turismo para João Pessoa, virou símbolo de abandono. Fábio não oferece retórica de campanha, oferece diagnóstico claro e pauta real para que a Câmara e o poder público assumam a responsabilidade que é deles.

Um problema que é cultural, uma solução que é política

O despejo de esgoto não é acidente, não é negligência passageira. É falta de infraestrutura adequada somada à falta de vontade política de mudar a situação. Fábio diagnostica com clareza e sem jogo de cintura:

O vereador vai além do diagnóstico técnico e toca na raiz:

Quando um rio recebe esgoto crônico, não é por falta de conhecimento técnico. É porque ninguém na ponta quis pagar o preço político de fazer o básico bem feito. Um rio limpo não é luxo, não é ornamento: é reflexo direto da dignidade de um povo e de um governo que respeita quem paga imposto e não merecia nascer numa cidade que oferece crime em vez de saneamento.

A solução: Marginal Jaguaribe

Fábio já tem ideia concreta para a Marginal Jaguaribe:

A Marginal não é luxo, é necessidade. Um corredor seguro, bem iluminado, com infraestrutura de saneamento adequada, transformaria o Rio Jaguaribe de símbolo de abandono em oportunidade de desenvolvimento. Comércio local, emprego, turismo, segurança tudo junto.

Por que saneamento é direito fundamental

O acesso a água limpa e a esgoto adequado não é um favor que o governo faz, é um direito humano. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhecem saneamento básico como fundação para a vida digna. Na Paraíba e especialmente em João Pessoa, essa realidade ainda está longe.

Cidades que resolvem saneamento conquistam:

  • Redução de doenças gastrintestinais, infecções parasitárias e problemas de pele que afetam especialmente crianças.
  • Melhoria da qualidade da água para consumo humano e para a pesca artesanal (renda de muitas famílias na região).
  • Recuperação de rios e praias como espaços de lazer, turismo e economia.
  • Aumento da atratividade urbana para empresas, gerando empregos.

O Rio Jaguaribe está fechado para pesca e para banho porque ninguém quis investir no que é responsabilidade básica de um gestor público. Fábio Lopes, como vereador que entende de gestão, não aceita essa realidade.

A resposta de Fábio Lopes: fiscalização e pressão

Fábio Lopes entende que a atuação pela Paraíba passa por cobrar do poder público e legislar. Suas ações concretas:

  • Cobrar fiscalização da CAGEPA (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba) sobre os pontos de despejo irregulares.
  • Pressionar pela apresentação de cronograma de investimento em infraestrutura de coleta e tratamento.
  • Propor legislação municipal que complemente as responsabilidades estaduais.
  • Usar a tribuna da Câmara para expor o tema e deixar registrado quem quer agir e quem prefere silenciar.

Como candidato a deputado estadual, Fábio defende que essa pauta amplie para toda a Paraíba, levando saneamento básico como prioridade para municípios que, como João Pessoa, ainda convivem com rios poluídos. O tema complementa outras ações de Fábio pela qualidade da água, como a denúncia sobre falta de água e a CPI da CAGEPA.

Protagonismo da Câmara

Enquanto prefeitura e governo estadual trocam responsabilidades (e culpas), a Câmara Municipal pode e deve agir. Tem ferramentas:

  • Criar uma comissão especial para fiscalizar a situação do saneamento em tempo real.
  • Convocar a CAGEPA e a Prefeitura para prestar contas e informar investimentos.
  • Legislar sobre coleta de resíduos, uso do solo e ocupação de margens.
  • Cobrar impacto ambiental de novos projetos imobiliários na orla.

Não é impotência legislativa, é que ninguém quis pagar o preço político de se tornar o fiscal que ninguém gosta, mas que a Paraíba precisa.

Fábio quer que a Câmara seja diferente. Como vereador de João Pessoa que cobra ação contra o esgoto em praias e rios, ele leva essa experiência ao plenário, e como candidato a deputado estadual, quer replicar essa mentalidade de fiscalização atuante.

Desenvolvimento que começa na dignidade

Não é retórica vaga. É constatação factual. Cidades que resolvem saneamento, que investem em infraestrutura e que cobram segurança pública atraem empresas, geram empregos, crescem. Saneamento é também questão de saúde pública: água contaminada causa doenças que sobrecarregam hospitais e prejudicam crianças. A Paraíba inteira sente quando João Pessoa sofre. A capital é o coração do estado, e um coração que bate poluído infecciona todo o corpo.

A Paraíba tem potencial imenso. João Pessoa tem localização estratégica, tem mar, tem povo trabalhador que vive da pesca. O que falta é coragem política de fazer o básico bem feito. Fábio Lopes está pedindo ao poder público e à Câmara que sejam corajosos. Não pede privilégio, pede apenas que o saneamento deixe de ser promessa de campanha e vire realidade de governo. Quando o esgoto poluí os rios, afeta também a fauna aquática e as famílias que dependem da destinação adequada de recursos naturais.

Quando o Rio Jaguaribe respirar água limpa em vez de esgoto, João Pessoa terá voltado a respirar como cidade que se respeita. E a Paraíba inteira colherá os frutos.

FAQ: Perguntas Frequentes

1. Qual é a situação real do Rio Jaguaribe hoje?

O Rio Jaguaribe recebe despejo de esgoto crônico proveniente de ligações irregulares e de falhas na rede de coleta administrada pela CAGEPA. Isso torna a água imprópria para consumo, pesca, lazer e banho. O impacto é direto na saúde pública da região e na economia de famílias que dependem da pesca artesanal.

2. Qual é a responsabilidade: prefeitura ou governo estadual?

Compartilhada. A CAGEPA (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba, órgão estadual) é responsável pela coleta e transporte de esgoto. A Prefeitura Municipal responde pela disposição final, fiscalização de ligações prediais e limpeza de corpos hídricos. A Câmara Municipal pode e deve criar comissões de fiscalização para cobrar resultados de ambas.

3. Qual é a ideia específica de Fábio Lopes para a Marginal Jaguaribe?

Fábio propõe um corredor de infraestrutura urbana segura e limpa ao longo do Rio Jaguaribe. Incluiria: drenagem adequada, espaço de circulação para pedestres e ciclistas, rede de esgoto com capacidade ampliada, iluminação pública e segurança. Transforma o rio de símbolo de abandono em ativo de desenvolvimento para João Pessoa.

4. Quem é responsável por investir em saneamento?

A CAGEPA e a Prefeitura são os executores. Mas a Câmara Municipal tem poder de veto, fiscalização e pressão orçamentária. Fábio defende que a Câmara use essas ferramentas e que o governador estadual coloque saneamento básico como prioridade de investimento.

5. Qual é o impacto na saúde pública de um rio poluído?

Rios com despejo de esgoto transmitem doenças gastrintestinais (cólera, disenteria, giardíase), infecções parasitárias, doenças de pele e infecções respiratórias, especialmente em crianças e idosos. A falta de saneamento também contamina o lençol freático, afetando poços de água subterrânea em bairros vizinhos.

6. Quando esse investimento sai do papel?

A discussão foi levantada por Fábio na Câmara. O passo seguinte é pressão coordenada: a Câmara cria uma comissão especial, convoca CAGEPA e Prefeitura, exige cronograma de investimento, aprova medidas legislativas que complementem e fiscaliza execução. População também fiscaliza. Sem pressão, promessa vira gaveta.

7. Isso vai levar a emprego e desenvolvimento?

Sim. Cidades que resolvem saneamento conquistam atração de negócios, turismo (praias e rios limpos geram renda), redução de internações hospitalares (economia de dinheiro público), e qualidade de vida que mantém população e atrai migração positiva. Desenvolvimento começa onde o básico é respeitado.

Rio que chora é cidade que sente

A Paraíba inteira sente quando seus rios sofrem. João Pessoa, que é o coração do estado, tem que respirar com dignidade. Fábio Lopes coloca a pauta na mesa porque entende que um rio limpo não é luxo, é direito. É o direito de andar na orla sem encontrar esgoto. É o direito de pescar e trazer alimento com segurança. É o direito de viver em uma cidade que o respeita. Cuidando da cidade, teremos desenvolvimento. Vamos juntos transformar o Rio Jaguaribe em símbolo de vida, não de choro. Fábio Lopes, 22000.

Dados Oficiais do Gabinete

Vereador de João Pessoa 2025–2028 (licenciado) • Candidato a Deputado Estadual, PL 22000

Nome Civil Fábio Nóbrega Lopes
Partido PL - PB
Telefone (83) 3218-6301
Endereço Av. das Trincheiras, 43 - Centro, João Pessoa/PB
Fábio Lopes
O Autor

Fábio Lopes

Vereador de João Pessoa e candidato a Deputado Estadual da Paraíba, PL 22000

Natural de Campina Grande e criado em um lar de valores cristãos, é formado em Direito e especialista em Gestão Hospitalar. Empresário do ramo gastronômico e do turismo, dirigiu o Hospital Universitário Lauro Wanderley durante a pandemia. Vereador de João Pessoa eleito em 2024, é reconhecido como O Estadual da Família Bolsonaro pela lealdade e trabalho de mais de uma década ao lado de Jair e Flávio Bolsonaro.

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