Fábio Lopes traz ao plenário da Câmara Municipal de João Pessoa a discussão urgente sobre despejo de esgotos nas praias e rios da Paraíba. Quando um rio respira esgoto em vez de água limpa, a cidade inteira sente. Não é apenas um problema técnico de infraestrutura, é uma questão de dignidade, saúde pública e desenvolvimento. O Rio Jaguaribe, que deveria ser símbolo de vida e turismo para João Pessoa, virou símbolo de abandono. Fábio não oferece retórica de campanha, oferece diagnóstico claro e pauta real para que a Câmara e o poder público assumam a responsabilidade que é deles.
Um problema que é cultural, uma solução que é política
O despejo de esgoto não é acidente, não é negligência passageira. É falta de infraestrutura adequada somada à falta de vontade política de mudar a situação. Fábio diagnostica com clareza e sem jogo de cintura:
O vereador vai além do diagnóstico técnico e toca na raiz:
Quando um rio recebe esgoto crônico, não é por falta de conhecimento técnico. É porque ninguém na ponta quis pagar o preço político de fazer o básico bem feito. Um rio limpo não é luxo, não é ornamento: é reflexo direto da dignidade de um povo e de um governo que respeita quem paga imposto e não merecia nascer numa cidade que oferece crime em vez de saneamento.
A solução: Marginal Jaguaribe
Fábio já tem ideia concreta para a Marginal Jaguaribe:
A Marginal não é luxo, é necessidade. Um corredor seguro, bem iluminado, com infraestrutura de saneamento adequada, transformaria o Rio Jaguaribe de símbolo de abandono em oportunidade de desenvolvimento. Comércio local, emprego, turismo, segurança tudo junto.
Por que saneamento é direito fundamental
O acesso a água limpa e a esgoto adequado não é um favor que o governo faz, é um direito humano. A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a Organização das Nações Unidas (ONU) reconhecem saneamento básico como fundação para a vida digna. Na Paraíba e especialmente em João Pessoa, essa realidade ainda está longe.
Cidades que resolvem saneamento conquistam:
- Redução de doenças gastrintestinais, infecções parasitárias e problemas de pele que afetam especialmente crianças.
- Melhoria da qualidade da água para consumo humano e para a pesca artesanal (renda de muitas famílias na região).
- Recuperação de rios e praias como espaços de lazer, turismo e economia.
- Aumento da atratividade urbana para empresas, gerando empregos.
O Rio Jaguaribe está fechado para pesca e para banho porque ninguém quis investir no que é responsabilidade básica de um gestor público. Fábio Lopes, como vereador que entende de gestão, não aceita essa realidade.
A resposta de Fábio Lopes: fiscalização e pressão
Fábio Lopes entende que a atuação pela Paraíba passa por cobrar do poder público e legislar. Suas ações concretas:
- Cobrar fiscalização da CAGEPA (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba) sobre os pontos de despejo irregulares.
- Pressionar pela apresentação de cronograma de investimento em infraestrutura de coleta e tratamento.
- Propor legislação municipal que complemente as responsabilidades estaduais.
- Usar a tribuna da Câmara para expor o tema e deixar registrado quem quer agir e quem prefere silenciar.
Como candidato a deputado estadual, Fábio defende que essa pauta amplie para toda a Paraíba, levando saneamento básico como prioridade para municípios que, como João Pessoa, ainda convivem com rios poluídos. O tema complementa outras ações de Fábio pela qualidade da água, como a denúncia sobre falta de água e a CPI da CAGEPA.
Protagonismo da Câmara
Enquanto prefeitura e governo estadual trocam responsabilidades (e culpas), a Câmara Municipal pode e deve agir. Tem ferramentas:
- Criar uma comissão especial para fiscalizar a situação do saneamento em tempo real.
- Convocar a CAGEPA e a Prefeitura para prestar contas e informar investimentos.
- Legislar sobre coleta de resíduos, uso do solo e ocupação de margens.
- Cobrar impacto ambiental de novos projetos imobiliários na orla.
Não é impotência legislativa, é que ninguém quis pagar o preço político de se tornar o fiscal que ninguém gosta, mas que a Paraíba precisa.
Fábio quer que a Câmara seja diferente. Como vereador de João Pessoa que cobra ação contra o esgoto em praias e rios, ele leva essa experiência ao plenário, e como candidato a deputado estadual, quer replicar essa mentalidade de fiscalização atuante.
Desenvolvimento que começa na dignidade
Não é retórica vaga. É constatação factual. Cidades que resolvem saneamento, que investem em infraestrutura e que cobram segurança pública atraem empresas, geram empregos, crescem. Saneamento é também questão de saúde pública: água contaminada causa doenças que sobrecarregam hospitais e prejudicam crianças. A Paraíba inteira sente quando João Pessoa sofre. A capital é o coração do estado, e um coração que bate poluído infecciona todo o corpo.
A Paraíba tem potencial imenso. João Pessoa tem localização estratégica, tem mar, tem povo trabalhador que vive da pesca. O que falta é coragem política de fazer o básico bem feito. Fábio Lopes está pedindo ao poder público e à Câmara que sejam corajosos. Não pede privilégio, pede apenas que o saneamento deixe de ser promessa de campanha e vire realidade de governo. Quando o esgoto poluí os rios, afeta também a fauna aquática e as famílias que dependem da destinação adequada de recursos naturais.
Quando o Rio Jaguaribe respirar água limpa em vez de esgoto, João Pessoa terá voltado a respirar como cidade que se respeita. E a Paraíba inteira colherá os frutos.
FAQ: Perguntas Frequentes
1. Qual é a situação real do Rio Jaguaribe hoje?
O Rio Jaguaribe recebe despejo de esgoto crônico proveniente de ligações irregulares e de falhas na rede de coleta administrada pela CAGEPA. Isso torna a água imprópria para consumo, pesca, lazer e banho. O impacto é direto na saúde pública da região e na economia de famílias que dependem da pesca artesanal.
2. Qual é a responsabilidade: prefeitura ou governo estadual?
Compartilhada. A CAGEPA (Companhia de Água e Esgotos da Paraíba, órgão estadual) é responsável pela coleta e transporte de esgoto. A Prefeitura Municipal responde pela disposição final, fiscalização de ligações prediais e limpeza de corpos hídricos. A Câmara Municipal pode e deve criar comissões de fiscalização para cobrar resultados de ambas.
3. Qual é a ideia específica de Fábio Lopes para a Marginal Jaguaribe?
Fábio propõe um corredor de infraestrutura urbana segura e limpa ao longo do Rio Jaguaribe. Incluiria: drenagem adequada, espaço de circulação para pedestres e ciclistas, rede de esgoto com capacidade ampliada, iluminação pública e segurança. Transforma o rio de símbolo de abandono em ativo de desenvolvimento para João Pessoa.
4. Quem é responsável por investir em saneamento?
A CAGEPA e a Prefeitura são os executores. Mas a Câmara Municipal tem poder de veto, fiscalização e pressão orçamentária. Fábio defende que a Câmara use essas ferramentas e que o governador estadual coloque saneamento básico como prioridade de investimento.
5. Qual é o impacto na saúde pública de um rio poluído?
Rios com despejo de esgoto transmitem doenças gastrintestinais (cólera, disenteria, giardíase), infecções parasitárias, doenças de pele e infecções respiratórias, especialmente em crianças e idosos. A falta de saneamento também contamina o lençol freático, afetando poços de água subterrânea em bairros vizinhos.
6. Quando esse investimento sai do papel?
A discussão foi levantada por Fábio na Câmara. O passo seguinte é pressão coordenada: a Câmara cria uma comissão especial, convoca CAGEPA e Prefeitura, exige cronograma de investimento, aprova medidas legislativas que complementem e fiscaliza execução. População também fiscaliza. Sem pressão, promessa vira gaveta.
7. Isso vai levar a emprego e desenvolvimento?
Sim. Cidades que resolvem saneamento conquistam atração de negócios, turismo (praias e rios limpos geram renda), redução de internações hospitalares (economia de dinheiro público), e qualidade de vida que mantém população e atrai migração positiva. Desenvolvimento começa onde o básico é respeitado.
Rio que chora é cidade que sente
A Paraíba inteira sente quando seus rios sofrem. João Pessoa, que é o coração do estado, tem que respirar com dignidade. Fábio Lopes coloca a pauta na mesa porque entende que um rio limpo não é luxo, é direito. É o direito de andar na orla sem encontrar esgoto. É o direito de pescar e trazer alimento com segurança. É o direito de viver em uma cidade que o respeita. Cuidando da cidade, teremos desenvolvimento. Vamos juntos transformar o Rio Jaguaribe em símbolo de vida, não de choro. Fábio Lopes, 22000.
Dados Oficiais do Gabinete
Vereador de João Pessoa 2025–2028 (licenciado) • Candidato a Deputado Estadual, PL 22000